Democratização da governança global: perspectivas históricas mundiais Democratizing global governance: world historical perspectives

Sociologias. 2013;15(32):52-93

 

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Journal Title: Sociologias

ISSN: 1517-4522 (Print); 1807-0337 (Online)

Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Society/Institution: Universidade Federal do Rio Grande do Sul

LCC Subject Category: Social Sciences: Sociology (General)

Country of publisher: Brazil

Language of fulltext: Portuguese, Spanish; Castilian

Full-text formats available: PDF, HTML, XML, ePDF

 

AUTHORS

Christopher Chase-Dunn
Bruce Lerro

EDITORIAL INFORMATION

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Editorial Board

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Time From Submission to Publication: 12 weeks

 

Abstract | Full Text

Este artigo examina a controversa noção de democracia global. O texto apresenta uma perspectiva histórica mundial da evolução da governança global - como a estrutura política do sistema-mundo evoluiu ao longo dos últimos séculos - e analisa movimentos sociais contemporâneos que buscam democratizar as instituições de governança global. Argumenta-se que os que desejam democratizar a governança global devem assumir o repto de ajudar a promover a construção de um estado mundial globalmente multilateral para fazer frente aos desafios que se colocarão à humanidade no século 21. Movimentos sociais transnacionais e estados nacionais semiperiféricos progressistas são vistos como os agentes que irão desafiar os poderes constituídos e conduzir a humanidade rumo a uma comunidade global democrática e coletivamente racional nas próximas décadas.<br>This article examines the contested idea of global democracy. It presents a world historical view of the evolution of global governance - how the political structure of the world-system has evolved of over the past several centuries - and it examines contemporary social movements that are seeking to democratize global governance institutions. It is argued that those who want to democratize global governance must take up the problem of helping to further construct a global multilateral world state in order that the challenges that humanity has created for itself may be met in a collectively rational, sustainable and humane manner in the 21st century. Transnational social movements and progressive semiperipheral national-states are seen as the agents that will challenge the powers that be and move humanity closer to a democratic and collectively rational global commonwealth in the next several decades.