Revista Uningá (Jun 2007)

Estudo longitudinal das alterações cefalométricas transversais e altura nasal, em crianças portadoras de oclusão normal

  • NIZIO ROSA MONTEIRO FILHO,
  • TÁCIO GONÇALVES NOGUEIRA,
  • MARCELO NAKAO,
  • ANTONIO GERALDO DE OLIVEIRA,
  • ANDREA MARIA ACERBI CARAM FERNANDES,
  • BRUNO JULIO SOUZA

Journal volume & issue
Vol. 12, no. 1

Abstract

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Este trabalho foi realizado com o intuito de verificar as mudanças ocorridas nas dimensões transversais e na altura nasal, em crianças portadoras de oclusão normal, dos 4 anos e 6 meses aos 8 anos e 6 meses de idade, e averiguar quais medidas apresentam dimorfismo genérico.A amostra estudada constou de 10 crianças do gênero masculino e 6 do gênero feminino. De cada criança, obtiveram-se duas radiografias em norma frontal, tomadas aos 4 anos e 6 meses e aos 8 anos e 6 meses de idade, em média. A partir das telerradiografias, foi feito o desenho anatômico e a marcação dos pontos cefalométricos pré-estabelecidos, segundo o Padrão Ricketts, para que fossem determinadas as seguintes dimensões: Altura Nasal, Largura Nasal, Largura Facial, Largura Maxilar e Largura Mandibular. Após a coleta dos dados, foi feita análise estatística através do teste t de Student. A partir dos dados obtidos, pôde-se concluir que houve um crescimento estatísticamente significante, ao nível de 1% de probabilidade, em todas as dimensões, tanto no gênero masculino quanto no feminino; todas as dimensões estudadas, encontram- se maiores no gênero masculino, tanto aos 5 quanto aos 9 anos de idade; em ambos os gêneros, o crescimento foi semelhante, nas seguintes dimensões: Largura Nasal, Largura Facial, Largura Maxilar e Largura Mandibular; o gênero feminino apresentou um maior crescimento na Altura Nasal, que foi estatisticamente significante ao nível de 1% de probabilidade.