Como os profissionais da atenção primária percebem e desenvolvem a Educação Popular em Saúde?

Interface: Comunicação, Saúde, Educação. 2014;18(suppl 2):1255-1268 DOI 10.1590/1807-57622013.0344

 

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Journal Title: Interface: Comunicação, Saúde, Educação

ISSN: 1414-3283 (Print); 1807-5762 (Online)

Publisher: Faculdade de Medicina de Botucatu (Unesp)

Society/Institution: Universidade Estadual Paulista (UNESP)

LCC Subject Category: Medicine: Public aspects of medicine

Country of publisher: Brazil

Language of fulltext: Portuguese, Spanish; Castilian, English

Full-text formats available: PDF, HTML, XML, ePDF

 

AUTHORS

Tácia Maria Pereira Flisch
Rodrigo Henrique Alves
Thiara Amanda Corrêa de Almeida
Heloísa de Carvalho Torres
Virginia Torres Schall
Dener Carlos dos Reis

EDITORIAL INFORMATION

Double blind peer review

Editorial Board

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Time From Submission to Publication: 41 weeks

 

Abstract | Full Text

O objetivo do estudo foi analisar percepções e experiências em Educação em Saúde de 166 profissionais de equipes de Saúde da Família de Contagem (MG, Brasil), que responderam um questionário sobre práticas de Educação em Saúde. Os participantes consideraram aspectos além da finalidade informativa, ao relatar práticas voltadas à qualidade de vida e à formação humana. Todas as categorias profissionais mencionaram uma maior participação em grupos de controle da hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus. Utilizam a pedagogia de Paulo Freire 4,7% dos entrevistados. Termos que demonstram a intencionalidade política, como “controle social” e “Educação Popular em Saúde” não foram mencionados. Foi constatada a necessidade de processos de educação permanente para os profissionais e implementação da política nacional de Educação Popular em Saúde.