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Professores de educação infantil e temas sobre inclusão de crianças com deficiência no ensino regular

Educação e Pesquisa. 42(3):713-726 DOI 10.1590/S1517-9702201609151344

 

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Journal Title: Educação e Pesquisa

ISSN: 1517-9702 (Print); 1678-4634 (Online)

Publisher: Universidade de São Paulo

LCC Subject Category: Education: Education (General)

Country of publisher: Brazil

Language of fulltext: Spanish, Portuguese, English

Full-text formats available: PDF, HTML, XML

 

AUTHORS


Alexandre Freitas Carvalho

Vitor Antonio Cerignoni Coelho

Rute Estanislava Tolocka

EDITORIAL INFORMATION

Blind peer review

Editorial Board

Instructions for authors

Time From Submission to Publication: 16 weeks

 

Abstract | Full Text

Resumo Politicas públicas para a educação infantil propõem aumento do número de crianças atendidas e incentivam a educação continuada. No entanto, conflitos são gerados e a qualidade desse nível de ensino está aquém da desejada. Este estudo tem por objetivo analisar a percepção de conhecimento de professores que atuam nesse nível de ensino sobre temas relativos à inclusão de crianças com deficiências em aulas regulares, e como eles procedem nesses casos. Trata-se de um estudo de campo com amostra aleatória, com professores regentes de classe e professores de educação física. Foi feito com aplicação de questionário que versava sobre autonomia; inclusão social; especificidade de crianças com deficiência; avaliação; adaptações e possibilidades de movimento corporal. A primeira parte de cada questão se referia à percepção do professor sobre seu conhecimento do tema em uma escala Likert, e a segunda solicitava que o professor fornecesse exemplos de como agiria com a situação. Na maioria das questões, mais da metade do grupo de professores relatou ter conhecimento precário, grande parte deles preferiu apresentar justificativas, ao invés de exemplificar ações que pudessem ser realizadas. Os poucos exemplos apresentados demonstram superficialidade no tratamento dos temas e ou desconhecimento do mesmo. Há um paradoxo: é desejável que a educação ocorra cada vez mais cedo, para possibilitar uma sociedade mais igualitária, mas o cuidado necessário com essas crianças pode estar em risco, bem como a oferta de vivências que lhes possibilitem atingir seu potencial de desenvolvimento. É necessário enriquecer diálogos entre diferentes setores da sociedade.