Tendencia futura de la liquidez, en análisis por el factor de distribución normal de probabilidades +3 y -3

Apuntes de Ciencia & Sociedad. 2012;2(1):49-60 DOI 10.18259/acs.2012007

 

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Journal Title: Apuntes de Ciencia & Sociedad

ISSN: 2225-5141 (Print); 2225-515X (Online)

Publisher: Universidad Continental de Ciencias e Ingeniería

LCC Subject Category: Science: Science (General)

Country of publisher: Peru

Language of fulltext: Spanish

Full-text formats available: PDF

 

AUTHORS

Rodrigo Chaves da Silva (Associação Comunitária Raul Soares, Minas Gerais, Brasil )

EDITORIAL INFORMATION

Double blind peer review

Editorial Board

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Time From Submission to Publication: 16 weeks

 

Abstract | Full Text

A contabilidade possui plenas faculdades de conhecimento do passado e do presente, porém, pode também desenvolver orientação para o futuro das empresas, desde que, tenha informações, e um tratamento das mesmas de forma precípua a designar prospecções e oferecer proteção patrimonial. Ou seja, não basta informar os fatos passados, deve-se explicá-los em relação ao porvir ou à tendência futura, de maneira a prever riscos e modificar as atuais políticas gerenciais e administrativas praticadas na atualidade empresarial. A contabilidade pode ajudar a prever o futuro de uma empresa como uma de suas principais funções. Porém, o estudo do futuro, sempre foi um desafio da ciência, tal como disse Vieira (1), “o homem, filho do tempo, reparte com o mesmo a sua ciência ou a sua ignorância: do presente sabe pouco, do passado menos e do futuro nada”. Por isso o estudo do futuro deverá ser preconizado na contabilidade como um dos mais proeminentes em relação aos demais. Não adianta saber o presente e o passado se não se previne o risco futuro, e as possíveis possibilidades de acontecimento que influenciam o patrimônio do empreendimento. Na literatura contábil, Masi (2) considerava o poder de ganho da empresa, até numa ótica imaterial, como responsável pela “rentabilidade futura”, ou seja, todo o capital como um todo, teria meios de conseguir o rédito, desde que fossem estudadas as possibilidades e potencialidades – até as imateriais. O catedrático Zappa (3), não por menos, considerou que os valores subjetivos e imateriais do patrimônio teriam que ser observados materialmente, quando produzissem de forma real “rendimentos futuros” e certos (tema este de análise da probabilidade das marchas e da potencialidade patrimonial). Estes mestres não deixaram de omitir o poder dos prognósticos no estudo do capital, embora, o fizessem pelo ângulo imaterial – de “aviamento” ou “goodwill” (ganhos futuros das riquezas presentes).