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DUAS DÉCADAS DE AMADURECIMENTO: MARCOS DA LITERATURA INFANTIL BRASILEIRA ENTRE 1960 E 1980

EntreLetras. 2019;10(2):6-16 DOI 10.20873/uft.2179-3948.2019v10n2p6

 

Journal Homepage

Journal Title: EntreLetras

ISSN: 2179-3948 (Online)

Publisher: Universidade Federal do Tocantins

Society/Institution: Universidade Federal do Tocantins, Pró-Reitoria de Pesquisa

LCC Subject Category: Language and Literature: Romanic languages | Language and Literature: French literature - Italian literature - Spanish literature - Portuguese literature

Country of publisher: Brazil

Language of fulltext: Portuguese

Full-text formats available: PDF

 

AUTHORS


Regina Zilberman (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)

EDITORIAL INFORMATION

Peer review

Editorial Board

Instructions for authors

Time From Submission to Publication: 16 weeks

 

Abstract | Full Text

Os primeiros livros brasileiros dirigidos ao público infantil e juvenil apareceram ao final do século XIX, patrocinados pela Livraria Quaresma. A nacionalização e o encorpamento dessa chegaram com Monteiro Lobato, que, em 1921, lançou A menina do narizinho arrebitado. Embora não tenha cessado a produção de novos livros destinados a crianças e jovens durante os anos 1950 e 1960, personagens, cenários escolhidos, temas e enredos permaneciam caudatários do universo imaginário criado por Lobato. A década de 1960 abre com a renovação da poesia, graças a Ou isto ou aquilo, de Cecília Meireles. No âmbito da narrativa, a renovação ficará por conta de O rei de quase-tudo, de Eliardo França, O reizinho mandão, de Ruth Rocha, História meio ao contrário, de Ana Maria Machado, Flicts, de Ziraldo, Os colegas, de Lygia Bojunga, obras lançadas entre 1969 e 1979, marcando o período de amadurecimento da produção para crianças em nosso país.