A CIENTIFICIDADE DA ADMINISTRAÇÃO EM DEBATE

Revista Administração em Diálogo. 2015;15(3) DOI 10.20946/rad.v15i3.13098

 

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Journal Title: Revista Administração em Diálogo

ISSN: 2178-0080 (Online)

Publisher: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Society/Institution: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

LCC Subject Category: Social Sciences: Commerce: Business

Country of publisher: Brazil

Language of fulltext: Portuguese

Full-text formats available: PDF

 

AUTHORS

Marinês Taffarel (Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Universidade Estadual do Centro-Oeste.)
Eduardo Damião da Silva (Pontifícia Universidade Católica do Paraná.)
Eduardo Damião da Silva (Pontifícia Universidade Católica do Paraná.)

EDITORIAL INFORMATION

Double blind peer review

Editorial Board

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Time From Submission to Publication: 10 weeks

 

Abstract | Full Text

Neste artigo, busca-se apresentar uma discussão sobre a cientificidade da Administração, por ser essa uma questão ainda inconclusa no meio acadêmico. Para tanto, são apresentadas as principais razões destacadas na academia para a Administração ser classificada como ciência ou como prática. Posteriormente, com base na filosofia da ciência, buscam-se fundamentos sobre os critérios de demarcação científica, com o objetivo de verificar se a Administração pode ser considerada uma ciência, por meio de tais critérios e da observância dos princípios e das leis que a regem. Os resultados da discussão indicam que as principais razões para alguns autores não reconhecerem a cientificidade da Administração são pautadas especialmente nos argumentos de que constitui apenas uma aplicação de outras ciências, suas teorias são vagas e de pouca aplicabilidade e o ensino é voltado somente à prática. Por outro lado, as razões de a administração ser considerada uma ciência são especialmente fundamentadas na filosofia da ciência e nos critérios de demarcação científica: possibilidade de formular enunciados "Se, então”, ser livre de juízos de valor, estabelecer declarações ou assertivas válidas no tempo e no espaço, atender aos critérios de objetividade e falseabilidade, possuindo, portanto: objetivo, função e objeto.