Tempus Actas de Saúde Coletiva (Apr 2007)

Los desafíos de formación de los profesionales de la salud, de acuerdo con los valores, principios y bases organizativos del PSF en Brasil

  • Marco Aurélio Da ROS,
  • Cecília MARIN

DOI
https://doi.org/10.18569/tempus.v1i1.394
Journal volume & issue
Vol. 1, no. 1
pp. 32 – 46

Abstract

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No principio e no fim, falamos é do Sistema Único de saúde (SUS). PSF é só uma parte que vem a ajudar a construí-lo. E antes do SUS, há uma história a ser contada. Porque sem ela não se pode entender a magnitude do desafio que se tem pela frente e a ruptura epistemológica1 que precisamos fazer para construir o novo na saúde, e dentro desse desafio uma das estratégias adotadas é o PSF. Dizer que temos heranças flexnerianas, que temos idéias corporativas, que a mídia não diz nada de bom do SUS, que a população não conhece o SUS/PSF é, até certo ponto, óbvio. Mas, para entendermos o significado e a ousadia de colocar numa constituição que saúde é direito de todos, dever do Estado2 – e a partir daí lutar para viabilizar o inscrito, e montar uma estratégia para tal (uma delas o PSF) –, devemos nos reportar ao século XIX, conforme relata Rosen em seu livro Da Política Médica à Medicina Social3. É de lá que vem a herança progressista do Movimento para Reforma Sanitária, o protagonista da construção do SUS e do próprio PSF.