Governança global democrática, desigualdade política e a hipótese da resistência nacionalista Democratic global governance, political inequality, and the nationalist retrenchment hypothesis

Sociologias. 2013;15(32):94-110

 

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Journal Title: Sociologias

ISSN: 1517-4522 (Print); 1807-0337 (Online)

Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Society/Institution: Universidade Federal do Rio Grande do Sul

LCC Subject Category: Social Sciences: Sociology (General)

Country of publisher: Brazil

Language of fulltext: Portuguese, Spanish; Castilian

Full-text formats available: PDF, HTML, XML, ePDF

 

AUTHORS

Joshua Kjerulf Dubrow

EDITORIAL INFORMATION

Peer review

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Time From Submission to Publication: 12 weeks

 

Abstract | Full Text

Será a governança global inevitável? Será possível uma governança global democrática? Aponto dois obstáculos para a existência desta: a desigualdade política e a resistência nacionalista. Enquanto a governança global já existe, uma governança global democrática é refreada por desigualdades políticas internas e entre nações. Neste contexto, a resistência nacionalista, refreamento e desvio em direção ao unilateralismo, através da qual as nações evadem-se às estratégias de governança global, também se apresenta como um desafio ao desenvolvimento democrático de instituições deste cunho. Este artigo pretende dar continuidade ao diálogo entre sociólogos e outros cientistas sociais sobre a esperança otimista pela governança global.<br>Is global governance inevitable? Is democratic global governance likely? I point out two obstacles that lie in the path toward democratic global governance: political inequality and nationalist retrenchment. While global governance is already here, democratic global governance is held back by political inequality within and between nations. In this context, nationalist retrenchment, a stop and back-slide toward unilaterialism where nations eschew global governance strategies, also poses a challenge to the democratic development of global governance institutions. This article serves to continue the conversation among sociologists and other social scientists on the optimistic hopes for democratic global governance.