Revista Gestão & Saúde (Oct 2015)

Grau de complexidade assistencial dos pacientes em um pronto-socorro:

  • Thaís Dresch Eberhardt,
  • Ana Cristina Geiss Casarolli,
  • Anair Lazzari Nicola,
  • João Lucas Campos de Oliveira

Journal volume & issue
Vol. 6, no. 3
pp. ág. 2471 – 2481

Abstract

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Objetivo: identificar o grau de dependência de cuidados de enfermagem dos pacientes atendidos e internados em um pronto-socorro de um hospital de ensino público. Método: pesquisa documental, exploratório-descritiva com abordagem quantitativa, realizada com dados extraídos de prontuários de pacientes que receberam atendimento médico e de enfermagem entre junho e julho de 2012. Resultados: analisou-se 849 prontuários, destes, 719 foram de pacientes internados e 130 de pacientes atendidos e em observação. A idade mínima foi de 12 anos, a máxima 99; sendo a média 40,84 anos. A maioria dos pacientes era do sexo masculino. Entre os pacientes internados foram identificadas apenas três categorias de complexidade assistencial (cuidados mínimos, intermediários e semi-intensivos) e os pacientes atendidos enquadraram-se todos nos cuidados mínimos. Houve predomínio de pacientes classificados com necessidades mínimas de assistência de enfermagem. Conclusão: usuários possivelmente sem necessidade de atendimento em serviço com alta densidade tecnológica ainda procuram assistência no ambiente hospitalar. DESCRITORES: Enfermagem; Classificação; Serviços médicos de emergência; Cuidados de enfermagem; Determinação de necessidades de cuidados de saúde.