Estudo comparativo do dimensionamento de um modelo padrão para pontes metálicas mistas até 15 metros

Revista Ciência em Extensão. 2016;12(2):79-89

 

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Journal Title: Revista Ciência em Extensão

ISSN: 1679-4605 (Print)

Publisher: Pró-Reitoria de Extensão Universitário

LCC Subject Category: Social Sciences

Country of publisher: Brazil

Language of fulltext: Portuguese

 

AUTHORS

Kennedy Gomes Pena Valério (Centro Universitário de Lavras - UNILAVRAS)
Adriano Rodrigues (Centro Universitário de Lavras)
Maykmiller Carvalho Rodrigues (Centro Universitário de Lavras)
Jéssica Assaid Martins Rodrigues

EDITORIAL INFORMATION

 

Abstract | Full Text

Neste trabalho determinou-se um modelo padrão de uma ponte metálica mista de um vão de 15 metros, a fim de minimizar os problemas enfrentados no município de Nova Serrana – MG, causados pelo grande crescimento da cidade e a falta de soluções na sua atual infraestrutura. Para o presente trabalho, analisou-se a geometria do córrego onde há necessidade da construção dessas pontes, notando-se que o vão de 15 metros atenderia a essa demanda. Após esta análise inicial, elaborou-se uma planta baixa da ponte com o auxilio do software AutoCAD<sup>®</sup>. De posse dessa planta, processaram-se os cálculos estruturais no software CYPECAD<sup>®</sup>, obtendo-se as lajes e as vigas, tanto as longarinas quanto as tranversinas. Num segundo momento, realizou-se um estudo comparativo entre os dimensionamentos executados pelo software e os cálculos realizados manualmente segundo a NBR 8800/ABNT (2008). Através desta comparação, percebeu-se que o programa computacional mostrou-se eficiente para a utilização na construção civil, visto que todas as verificações realizadas com os resultados fornecidos por ele se mostraram eficientes e seguras de acordo com a norma técnica. Entretanto, percebeu-se um superdimensionamento na viga principal quando se considerou as cargas nela aplicadas. Este superdimensionamento pode ser explicado pelas diferentes combinações adotadas, pois no cálculo expedito não se considerou as combinações decorrentes da fissuração do concreto, esforços de cisalhamento nos conectores, esforços gerados nas ligações, entre outros.