Avances en Enfermería (Oct 2010)

Participation: a Proposal to Care for Health Caretakers Participación: una apuesta para cuidar de los que cuidan la salud Participação: uma aposta para cuidar dos cuidadores da saúde

  • CASTRO SILVA ELIANA,
  • MUÑOZ SÁNCHEZ ALBA IDALY

Journal volume & issue
Vol. 28, no. E
pp. 29 – 51

Abstract

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<span style="font-family: verdana; font-size: x-small;"><p>Abstract: The health sector has not been alien to the effects inherent to the globalizing economic model that has contributed to the current conditions of precariousness and labor flexibility in that sector.</p> <p>Objective: To identify how the principle of participation and empowerment of health promotion at the workplace, in the case of health institutions, works.</p> <p>Methods: Descriptive and transversal case study, performed in three hospitals providing third – level care in Bogota, under previous ethics’ approval of the Nursing School at the Universidad Nacional de Colombia.</p> <p>Results: Low percentages of positive responses (= 30%) related to the involvement of staff in health and safety activities of the institutions predominated. Only 8.5% stated that there are incentives to participate, 21.2% signed the existence of support groups or counseling to support these processes, and 23.6% stated that workers have time during their working day for Occupational Health – related activities. Discussion: organizational policies and recruitment of staff hinder the exercise of employee participation.</p> <p>Conclusions: As for the issue of participation in these processes of health and safety at work, health staff revealed puzzlement, as well as and a high level of skepticism, due to the lack of resonance said programs have on the administration to support improving working conditions. Collective actions should be taken from the organization level, involving the health worker in pursuing activities to promote effective health promotion at the workplace.</p></span><span style="font-family: verdana; font-size: x-small;"><p>El sector de la salud no ha sido ajeno a los efectos propios del modelo económico globalizador que ha contribuido a las actuales condiciones de precarización y flexibilización laboral en dicho sector.</p> <p>Objetivo: identificar cómo se desarrolla el principio de participación y empoderamiento de la promoción de la salud en los lugares de trabajo, en el caso de instituciones de salud.</p> <p>Métodos: estudio de caso, descriptivo y transversal, realizado en tres hospitales de tercer nivel de atención de Bogotá, previo aval ético de la Facultad de Enfermería de la Universidad Nacional de Colombia.</p> <p>Resultados: predominaron bajos porcentajes (30%) de respuestas afirmativas relacionadas con la participación del personal en las actividades de salud y seguridad de las instituciones. Solo un 8,5% afirma que existen incentivos para participar; el 21,2% confirma la existencia de grupos de apoyo o asesoría para estos procesos, y el 23,6% asegura que los trabajadores disponen de tiempo dentro de la jornada de trabajo para realizar actividades de salud ocupacional.</p> <p>Discusión: políticas organizacionales y de contratación del personal obstaculizan el ejercicio de la participación de los trabajadores.</p> <p>Conclusiones: frente al tema de participación en estos procesos de salud y seguridad en el trabajo, el personal de la salud revela desconcierto así como un alto nivel de escepticismo, debido a la falta de resonancia que tienen en las directivas para apoyar la mejora de las condiciones de trabajo. Se deben emprender acciones colectivas desde la organización que involucren al trabajador de la salud en el desarrollo de actividades que favorezcan una efectiva promoción de la salud en los lugares de trabajo.</p> <p>Descriptores: instituciones de salud, personal de salud, promoción de la salud, planificación participativa, participación de los empleados, organización y administración.</p></span><span style="font-family: verdana; font-size: x-small;"><p>O setor da saúde não escapa dos efeitos próprios do modelo econômico globalizante que contribui para a geração das atuais condições de precariedade e flexibilização no trabalho nesse setor.</p> <p>Objetivo: identificar como se desenvolve o princípio de participação e empoderamento da promoção da saúde nos locais de trabalho, no caso de instituições de saúde.</p> <p>Métodos: estudo de caso, descritivo e transversal, realizado em três hospitais de terceiro nível de atenção de Bogotá, com o aval ético prévio da Faculdade de Enfermagem da Universidade Nacional da Colômbia.</p> <p>Resultados: as porcentagens predominantes de respostas afirmativas relativas à participação do pessoal nas atividades de saúde e segurança das instituições foram baixas (= 30%). Apenas 8,5% afirma que existem incentivos para participar; 21,2% confirma a existência de grupos de apoio ou assessoria para apoiar estes processos, e 23,6% assegura que os trabalhadores dispõem de tempo no dia de trabalho para fazer atividades de saúde ocupacional. Discussão: políticas organizacionais e de contratação do pessoal impedem o exercício da participação dos trabalhadores.</p> <p>Conclusões: frente à questão da participação nestes processos de saúde e segurança no trabalho, o pessoal da saúde revela desconcerto assim como um alto nível de ceticismo, por causa da falta de ressonância que eles têm nas diretrizes para apoiar o melhoramento das condições de trabalho. É preciso iniciar ações coletivas desde a organização que incluam o trabalhador da saúde no desenvolvimento de atividades que beneficiem uma efetiva promoção da saúde nos locais de trabalho.</p></span>

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