Manuscrítica (Dec 2023)
“A contemporaneidade não me assusta”
Abstract
Se em nós persiste a curiosidade por flagrar a gênese, embora o trabalho de Cecilia Almeida Salles tenha-nos posto com a devida clareza e amparo teórico que a origem não é senão um grande momento mítico inatingível, compartilhamos com os leitores de Manuscrítica registros de inestimável valor genético: a correspondência que Loyola enviou a Salles em 1988, após ler o primeiro rascunho de sua tese, defendida em 1990, na PUC-SP, e intitulada Uma criação em processo: Ignácio de Loyola Brandão e ‘Não verás país nenhum’ (SALLES, 1990).